Apresentando...

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Slogan: 'Conexão como nenhuma outra'
Tipo: empresa de capital aberto;
Fundação: 2003;
Sede: São Paulo, Brasil;
Gênero: telecomunicações;
Indústria: telefonia móvel;
Website: www.vivo.com.br

Formação. Tecnologia. Estilo.

A Vivo S.A. atua no mercado desde 2003 e é, segundo dados da Anatel, a operadora de telefonia móvel com maior quota de mercado (segundo estimativa, ela é responsável por 29,93% do mercado de celulares) e maior número de clientes; além de atuar em todos os estados do país. Formada pela fusão de cinco companhias de celular ex-estatais existentes no Brasil, é comandada por um empreendimento conjunto das companhias espanhola Telefónica com a Portugal Telecom, de Portugal. Atualmente, utiliza as tecnologias 3G, GSM/EDGE, CDMA e CDMA 1XRTT nos celulares.

A Vivo iniciou em julho de 2005 a implementação e a comercialização de aparelhos 3G, que permite altas taxas de transferência tanto no upload quanto no download de arquivos. Com esta tecnologia, a operadora foi a primeira do país a oferecer planos e pacotes de dados.

Desde o seu surgimento, a empresa adotou um estilo jovem na apresentação publicitária da sua marca, valorizando sempre imagens com o seu símbolo (o símbolo da empresa é um boneco semi-transparente sem expressão facial ou detalhe e que varia nas cores azul, verde, vermelho, laranja e púrpura, cada uma representando uma das empresas da junção que deu origem à Vivo).


iPhone.


No dia 25 de Setembro de 2008, a Vivo iniciou a comercialização de seu iPhone 3G, com um lote de 200 mil aparelhos. Atualmente, lançou também o iPhone 3GS, que vem com novas funcionalidades para que o cliente fique cada vez mais conectado.


Índice de qualidade.


http://www.anatel.gov.br/Portal/exibirPortalInternet.do#


Alguns serviços oferecidos pela operadora.


Vivo torpedo SMS, Vivo foto torpedo, Vivo vídeo torpedo, Vivo WAP (internet via celular), Vivo Co-piloto (GPS no celular), Vivo internet 3G, Vivo tons e imagens, Vivo agenda, Vivo Chat, Vivo avisa, Vivo twittando, entre muitos outros.


Há mais ou menos um mês, havíamos prometido iniciar essa 'série' (A história delas contada por nós) e aqui estamos (bem, um pouquinho atrasados...). Enfim, esperamos que todos conheçam um pouco mais sobre essas empresas.

:)


Fontes: Wikipédia e Anatel (com adaptações)
Post publicado por: Adrielly Cristina Martins Torres

Glossário.

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Este glossário, organizado em ordem alfabética, reúne, de forma simples e objetiva, os significados dos mais variados termos da Arquivologia. Esse instrumento de pesquisa é essencial para melhorar o nosso conhecimento vocabular. Aproveitem!


Post publicado por: Adrielly Cristina Martins Torres

Resumão...

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Até agora foram quatro aulas. A Diplomática fazendo parte do nosso cotidiano. É blog pra lá, desafios pra cá... Credo. Que disciplina mais trabalhosa. rsrs. Enfim...
A intenção desse post é simples: fazer apontamentos sobre o que aprendemos e discutimos em sala de aula, até então. Pode servir, também, como ajuda aos nossos colegas 'faltosos'...


O que é a Diplomática? Metodologia para conhecer, entender e caracterizar um documento.

O que é a autenticidade? A autenticidade diz respeito ao processo de criação do documento. Para que um documento seja autêntico e válido, necessita ser criado por entidade competente e possuir elementos que garantem a sua existência (identificação do emissor, por exemplo).

O que é a veracidade? A veracidade é voltada para o conteúdo, para as informações. Auxilia no entendimento sobre o que é falso e verdadeiro, a partir do contexto em que o documento está inserido.

A autenticidade e a veracidade são elementos independentes entre si.


- Um documento existe para satisfazer a necessidade de prova.
- O ponto de partida para análise de um documento deve ser o próprio documento (quando é gerado, o responsável), não o assunto.
- Analisar o documento sempre a partir do seu contexto arquivístico.
- A melhor forma de conhecer um 'tipo' de documento é compará-lo com um documento semelhante.
- A espécie documental e as funções são elementos essenciais para entender um documento.
- Um documento pode ter mais de uma análise tipológica.
- Por mais que sejam documentos iguais, suas funções podem ser diferentes se os mesmos tiverem em arquivos diferentes e por motivos diferentes.


Exemplos de documentos trabalhados:

Nota à imprensa: destinada à imprensa, documento informativo (não normativo), deve ter data, identificação do emissor (autoria), identificação do assunto, documento textual, validação do emissor.

Diploma: no Senado, por exemplo, comprova direitos trabalhistas. No arquivo pessoal, comprova formação. Logo, funções diferentes, tempo de vigência diferentes, valores arquivísticos diferentes.

Fiquem a vontade para acrescentar informações.
Espero que possamos estar ajudando, mesmo que seja bem pouco.


Post publicado por: Adrielly Cristina Martins Torres

Quem quer um iPhone 4G?

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As primeiras fotos do novo iPhone 4G, lançado hoje em San Francisco por Steve Jobs. As principais diferenças em relação à geração 3G:

  • É 24% mais fino;
  • Tem uma tela com maior resolução;
  • Câmera fotográfica com resolução de 5 MP e com flash;
  • Permite a gravação de vídeos em alta resolução;
  • A bateria tem uma duração 40% maior. Segundo a Apple, o equipamento pode ficar até 300 horas em modo stand-by;

O novo brinquedinho de Steve Jobs vai ser lançado em escala comercial no dia 24, simultaneamente nos Estados Unidos, França, Alemanha e Japão. A versão 16 Gb vai custar US$ 199 e a 32 Gb, US$ 299. No Brasil, não há previsão para o lançamento.

E aí, o que você achou?


Reportagem do dia 07/06/2010

Fonte: http://wp.clicrbs.com.br/eeucomisso/2010/06/07/437/?topo=84,2,18,,,84

Post publicado por: Adrielly Cristina Martins Torres

Polícia prende suspeita de comprar celular com documento falso...

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(Foto: Divulgação / Polícia Civil)


A polícia prendeu no fim da tarde desta terça-feira (25) uma mulher suspeita de comprar um aparelho celular num shopping, no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Oeste do Rio, usando um documento de identidade falso. Segundo a polícia, um funcionário da loja desconfiou da cliente e acionou os seguranças do estabelecimento.
O funcionário questionou a qualidade do documento de identidade e teria pedido um outro comprovante à cliente, que se recusou a mostrar. Os seguranças constaram o crime e acionaram a polícia. De acordo com os agentes, a mulher foi levada para a 42ª DP (Recreio dos Bandeirantes), onde prestou depoimento.
Com ela, os policiais apreenderam um outro documento de identidade e dois recibos de compra de cartões de crédito. Segundo a polícia, os comprovantes dos cartões mostraram que a mulher já tinha comprado o mesmo produto, na mesma loja, mas usando o documento no nome de outra pessoa.
Segundo policiais do setor de investigação da 42ª DP, a mulher foi presa em flagrante e deverá responder pelo crime de uso de documentos falsos. Se condenada, ela pode pegar de dois a seis anos de prisão. A polícia investia se outras pessoas estão envolvidas no esquema.



A partir dessa reportagem, acho que podemos debater questões interessantes...


O Brasil e o mundo estão diante de um problema crescente: a industrialização de documentos falsos e as fraudes documentais. No mercado clandestino e criminoso eles têm muito o que nos oferecer. São passaportes, comprovantes de renda, Certidões de Nascimento, CPF, células de Identidade, CNH, entre outros. Basta que o interessado encomende o que precisa e forneça uma fotografia. Pronto. Com o seu ‘kit estelionatário’ em mãos, o golpista já pode fazer a festa. Além de abrir contas, o golpista pode aplicar muitos outros golpes: alugar imóveis, assinar contratos, comprar carros, comprar bens parcelados, contratar serviços, receber benefícios, entre muitos outros.

Existem vários tipos de documentos falsificados, com diferentes níveis de qualidade e sofisticação. Os documentos de identificação, por exemplo, são os casos mais comuns: temos documentos escaneados, adulterados e impressos (normalmente a qualidade da impressão é ruim, as cores e os caracteres usados são diferentes), temos, ainda, documentos verdadeiros que são roubados e adulterados (o caso mais comum é o da substituição da foto, através de recorte da original, colagem da nova e sucessiva replastificação do documento), mas, entretanto e todavia, a criatividade não para por aí...


Podemos, então, a partir do que foi exposto, voltar a trabalhar com os conceitos de autenticidade e veracidade. Além de debater sobre as fraudes documentais, claro.


A veracidade, segundo Lopes, está voltada para o processo de criação do documento. Então, uma Carteira Nacional de Habilitação, por exemplo, deve ser criada por entidade competente e possuir elementos padronizados que garantam a sua existência e validação. Já a veracidade auxilia o profissional no entendimento sobre o que é falso e verdadeiro (se o documento foi criado a partir de informações honestas). Vale lembrar que, segundo Duranti, esses elementos são independentes entre si.

Então, podemos dizer que um documento adulterado não é verídico? Entretanto, ele pode ser autêntico? Segundo Luciana Duranti, ‘(...) para que ele seja autêntico, basta que este demonstre o que realmente está transmitindo, mesmo que este documento abranja informações não verdadeiras (...)’

Sem querer puxar saco, mas está sendo bem interessante tentar aplicar a Diplomática ao nosso dia-a-dia. Fica a dica.


:)


Reportagem do dia 25/05/2010

Fonte: G1

Post publicado por: Adrielly Cristina Martins Torres.